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PERFIL PROFISSIONAL DO FORMADO

Conforme descrito nas diretrizes e políticas institucionais constantes em seu PPI, a UCP busca formar profissionais e cidadãos bem-informados, capazes de pensar criticamente sobre a realidade em que estão inseridos, assumindo responsabilidades sociais. Dessa forma, procura centrar na problemática sócio-econômica da região, o conhecimento adquirido nas atividades acadêmicas.


Neste contexto, o curso de Biomedicina da UCP, seguindo as Diretrizes Curriculares estabelecidas pelo MEC, busca formar um profissional Biomédico com perfil generalista, humanista, crítico e reflexivo, devidamente qualificado para o exercício da Biomedicina, prezando pelo rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos e morais.


Com os conhecimentos e experiências vivenciadas no decorrer do curso, o profissional de Biomedicina, formado pela UCP, terá capacidade de interação com o ser humano, com os novos ambientes e com novas culturas, articulando, mobilizando e colocando em ação conhecimentos, habilidades, valores e atitudes que contribuam para a imediata resposta, de forma original e criativa, com eficiência e eficácia, aos desafios e requerimentos do mundo do trabalho, com ênfase na sua região de atuação.

 

 

Competências e Habilidades

 

Com base nas Diretrizes Curriculares do Curso de Biomedicina, prioriza-se assegurar aos concluintes o perfil requerido para a prática das seguintes Competências Gerais:


> Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde, tanto em nível individual como coletivo.


> Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, os mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas.

 

> Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não-verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação.


> Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem-estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz.


> Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho quanto dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde.


> Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os profissionais de saúde devem aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais.


Para alcançar os objetivos propostos, o papel do professor torna-se relevante e tem que estar centrado em um foco diferente do tradicional transmissor de informações. Torna-se necessária à contextualização daquilo que é desenvolvido em sala de aula. A proposta defendida pela Instituição direciona a educação para as competências, e isso se dará, por meio da contextualização e da interdisciplinaridade.

 

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